What is the best antithrombotic strategy for patients with atrial fibrillation (AF)/atrial flutter (AFL) and symptomatic carotid stenosis?

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Last updated: June 28, 2025View editorial policy

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From the Guidelines

A melhor estratégia antitrombótica para pacientes com fibrilação atrial (FA)/flutter atrial (AFL) e estenose carotídea sintomática é a anticoagulação oral com um anticoagulante oral direto (DOAC) como apixaban (5mg duas vezes ao dia), rivaroxaban (20mg ao dia), dabigatran (150mg duas vezes ao dia) ou edoxaban (60mg ao dia), mais terapia antiplaquetária com aspirina (75-100mg ao dia). Essa abordagem dual aborda tanto o risco de acidente vascular cerebral cardioembólico da FA/AFL quanto o risco aterotrombótico da estenose carotídea. Para pacientes submetidos à revascularização carotídea (endarterectomia ou stenting), o regime pode ser modificado temporariamente para incluir terapia antiplaquetária dupla (aspirina mais clopidogrel 75mg ao dia) por 1-3 meses após o procedimento, e então retornar à anticoagulação mais terapia antiplaquetária simples. A warfarina (INR alvo 2,0-3,0) pode ser usada se os DOACs forem contraindicados. A duração do tratamento é tipicamente vitalícia, dado a natureza crônica de ambas as condições. Essa estratégia equilibra a prevenção de acidente vascular cerebral contra o risco de sangramento, que deve ser avaliado usando ferramentas como o escore HAS-BLED. Ajustes de dose podem ser necessários com base na função renal, idade, peso e risco de sangramento. Monitoramento regular da função renal, hemograma completo e avaliação clínica para complicações de sangramento é essencial para pacientes sob essa terapia combinada 1.

Alguns estudos sugerem que a anticoagulação com um DOAC após hemorragia cerebral espontânea (HCE) pode ser considerada após uma avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios 1. No entanto, a decisão sobre a anticoagulação deve ser individualizada e baseada em uma avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios para cada paciente. A escolha do anticoagulante depende de vários fatores, incluindo a presença de fatores de risco para sangramento, a função renal e a preferência do paciente. A monitorização regular da função renal e do hemograma completo é essencial para pacientes sob anticoagulação. Além disso, a avaliação do risco de sangramento usando ferramentas como o escore HAS-BLED pode ajudar a identificar pacientes com alto risco de sangramento e ajustar a terapia antitrombótica de acordo.

Em resumo, a estratégia antitrombótica para pacientes com FA/AFL e estenose carotídea sintomática deve ser individualizada e baseada em uma avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios para cada paciente, considerando fatores como a presença de fatores de risco para sangramento, a função renal e a preferência do paciente. A anticoagulação oral com um DOAC mais terapia antiplaquetária com aspirina é uma opção viável para muitos pacientes, mas a warfarina pode ser usada se os DOACs forem contraindicados. A monitorização regular da função renal, hemograma completo e avaliação clínica para complicações de sangramento é essencial para pacientes sob essa terapia combinada.

From the FDA Drug Label

Oral anticoagulation therapy with warfarin is recommended in patients with persistent or paroxysmal AF (PAF) (intermittent AF) at high risk of stroke For patients with AF and mitral stenosis, anticoagulation with oral warfarin is recommended (7th ACCP) For patients with AF and prosthetic heart valves, anticoagulation with oral warfarin should be used; the target INR may be increased and aspirin added depending on valve type and position, and on patient factors.

A melhor estratégia antitrombótica para pacientes com fibrilação atrial (FA)/flutter e estenose carotidea sintomática não é explicitamente abordada no rótulo do medicamento. No entanto, para pacientes com FA, a terapia anticoagulante com warfarina é recomendada, especialmente para aqueles com alto risco de acidente vascular cerebral (AVC). Além disso, a warfarina é recomendada para pacientes com valvas cardíacas mecânicas ou bioprostéticas.

  • A decisão sobre a melhor estratégia antitrombótica deve ser individualizada, considerando os fatores de risco específicos do paciente, como a presença de estenose carotidea sintomática.
  • A warfarina pode ser uma opção para pacientes com FA e alto risco de AVC, mas a decisão deve ser baseada em uma avaliação cuidadosa dos benefícios e riscos.
  • A monitorização rigorosa da INR é fundamental para minimizar o risco de sangramento e garantir a eficácia da terapia anticoagulante 2.

From the Research

Estratégia Antitrombótica para Pacientes com FA/Flutter e Estenose Carotidea Sintomática

A escolha da melhor estratégia antitrombótica para pacientes com fibrilação atrial (FA)/flutter atrial e estenose carotidea sintomática depende de vários fatores, incluindo o risco de acidente vascular cerebral e o risco de sangramento.

  • A combinação de anticoagulantes orais diretos (DOACs) e um inibidor de P2Y12 pode ser uma opção segura e eficaz para esses pacientes, como sugerido por um estudo publicado no AJNR. American journal of neuroradiology 3.
  • Outro estudo publicado no Journal of clinical medicine encontrou que a terapia antitrombótica de curto prazo com DOACs e antiplaquetários duplos pode ser segura e eficaz para pacientes com FA submetidos à angioplastia carotídea 4.
  • As diretrizes clínicas do American College of Chest Physicians recomendam a anticoagulação oral com um antagonista da vitamina K (VKA) para pacientes com FA e alto risco de acidente vascular cerebral, enquanto a aspirina é recomendada para pacientes com baixo risco 5.
  • Um estudo publicado no Acta chirurgica Belgica sugere que a combinação de warfarina e aspirina pode ser uma opção viável para pacientes com FA após endarterectomia carotídea, mas mais estudos são necessários para estabelecer um protocolo de anticoagulação preciso para esses pacientes 6.
  • Uma revisão sistemática publicada no European journal of vascular and endovascular surgery encontrou que a aspirina em doses baixas a moderadas (81-325 mg/dia) é superior a doses mais altas para prevenir eventos vasculares recorrentes em pacientes com estenose carotídea sintomática ou assintomática 7.

Considerações Importantes

  • A escolha da estratégia antitrombótica deve ser individualizada com base nos fatores de risco e nas condições clínicas de cada paciente.
  • A monitorização cuidadosa do risco de sangramento e do risco de acidente vascular cerebral é fundamental para garantir a segurança e a eficácia da terapia antitrombótica.
  • Mais estudos são necessários para estabelecer diretrizes clínicas precisas para a anticoagulação em pacientes com FA e estenose carotídea sintomática.

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