What should be included in a complex study guide for the second theoretical-practical stage of the Brazilian Society of Clinical Medicine in 2025?

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Guia de Estudo Complexo para a Segunda Etapa Teórico-Prática da Sociedade Brasileira de Clínica Médica em 2025

Estrutura Fundamental do Guia

O guia de estudo para a segunda etapa teórico-prática da SBCM deve ser estruturado com base em evidências científicas atualizadas, seguindo metodologias rigorosas de desenvolvimento de diretrizes clínicas e focando em resultados de morbidade, mortalidade e qualidade de vida.

Princípios Metodológicos

  • O guia deve ser desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, incluindo especialistas de diversas áreas da medicina, metodologistas, epidemiologistas e representantes de pacientes, garantindo diversidade de experiências e perspectivas 1
  • Todos os conflitos de interesse dos membros do painel devem ser explicitamente declarados e gerenciados adequadamente 1
  • A metodologia GRADE deve ser utilizada para avaliar a qualidade das evidências e a força das recomendações, garantindo transparência no processo de desenvolvimento 2
  • As fontes de evidência devem ser claramente identificadas, com estratégias de busca explícitas e critérios de inclusão/exclusão bem definidos 1

Formato e Organização

  • O guia deve ser apresentado em formato algorítmico, com fluxogramas de decisão clínica para facilitar a aplicação prática 3
  • Deve incluir tabelas de resumo de evidências (Summary of Findings) que mostrem a qualidade das evidências e a magnitude dos efeitos relativos e absolutos para cada desfecho importante 2
  • Recomendações devem ser classificadas como fortes ou fracas (condicionais), de acordo com a qualidade das evidências e o equilíbrio entre consequências desejáveis e indesejáveis 2

Conteúdo Essencial por Áreas

1. Medicina Interna Geral

  • Abordagem centrada no paciente, considerando comorbidades, prognósticos e preferências individuais, com ênfase em decisões compartilhadas 1
  • Implementação do Modelo de Cuidado Crônico (CCM) para manejo de doenças crônicas, enfatizando cuidado em equipe, abordagens integradas de tratamento e comunicação colaborativa 1
  • Avaliação da manutenção da saúde usando métricas confiáveis e relevantes para melhorar processos de cuidado e resultados de saúde 1

2. Cardiologia

  • Algoritmos atualizados para manejo de síndromes coronarianas agudas, baseados nas diretrizes ACC/AHA/ACEP/NAEMSP/SCAI 2025 1
  • Protocolos de atendimento pré-hospitalar e intra-hospitalar para STEMI e NSTEMI, com ênfase em tempo para intervenção 1
  • Estratificação de risco e critérios para seleção de terapias de reperfusão 1

3. Endocrinologia

  • Manejo atualizado do diabetes mellitus tipo 1 e 2, com foco em alvos individualizados de A1C, pressão arterial e LDL colesterol 1
  • Abordagem farmacológica atualizada para diabetes tipo 2 em adultos e adolescentes, incluindo metformina, inibidores SGLT2, agonistas do receptor GLP-1 e insulina 1
  • Algoritmos para diabetes em populações especiais, como adolescentes com obesidade, com ênfase em abordagens farmacológicas e não farmacológicas 1

4. Gastroenterologia

  • Manejo de sintomas e complicações gastrointestinais agudas e crônicas, especialmente em pacientes oncológicos 1
  • Protocolos para otimização do estado nutricional e prevenção de desnutrição em pacientes com doenças gastrointestinais 1
  • Abordagem de diarreia, distensão abdominal e obstrução intestinal maligna, com opções terapêuticas específicas 1

5. Cuidados Críticos

  • Controle glicêmico em pacientes críticos adultos e pediátricos, com protocolos de monitoramento e administração de insulina 1
  • Uso de dispositivos de monitoramento contínuo de glicose (CGM) e sistemas de infusão de insulina em pacientes críticos 1
  • Prevenção e manejo de hipoglicemia em ambiente de terapia intensiva 1

6. Medicina de Emergência

  • Implementação de listas de verificação (checklists) para suporte avançado de vida em adultos e crianças 1
  • Estratégias de implementação de diretrizes em serviços de emergência, com foco em barreiras e facilitadores 1
  • Abordagem multifacetada para implementação de protocolos complexos em emergência 1

7. Doenças Infecciosas

  • Uso racional de antibióticos, com foco na prevenção de resistência antimicrobiana 4
  • Comunicação efetiva com pacientes sobre uso de antibióticos e infecções bacterianas 4
  • Diagnóstico e tratamento de infecções do trato urinário e outras infecções comuns na prática clínica 4

8. Telemedicina e Tecnologias em Saúde

  • Avaliação da usabilidade de ferramentas de telemedicina no contexto brasileiro 5
  • Implementação de telemedicina na prática clínica, com foco em barreiras e facilitadores 5
  • Integração de tecnologias digitais no cuidado de pacientes crônicos 5

Aspectos Específicos do Contexto Brasileiro

  • Atenção às disparidades na qualidade das diretrizes clínicas no Brasil: O guia deve considerar que diretrizes para doenças relacionadas à pobreza frequentemente têm qualidade metodológica inferior às diretrizes para doenças que requerem tecnologias de alto custo 6
  • Adaptação cultural: Todas as recomendações devem ser culturalmente adaptadas ao contexto brasileiro, considerando recursos disponíveis no SUS e particularidades regionais 3
  • Implementação no SUS: Estratégias específicas para implementação das recomendações no contexto do Sistema Único de Saúde, considerando diferentes níveis de complexidade e disponibilidade de recursos 3

Metodologia de Avaliação

  • Simulações de casos clínicos complexos que integrem múltiplas áreas do conhecimento médico
  • Avaliação de habilidades de comunicação e tomada de decisão compartilhada
  • Estações práticas para avaliação de habilidades procedimentais essenciais
  • Questões que avaliem a capacidade de interpretação crítica de evidências científicas

Armadilhas e Cuidados Especiais

  • Evitar recomendações desatualizadas: O guia deve priorizar as evidências mais recentes e de maior qualidade, especialmente de diretrizes publicadas em 2024-2025 1
  • Considerar o contexto de recursos limitados: Adaptar recomendações internacionais à realidade brasileira, considerando custo-efetividade e disponibilidade de recursos 6
  • Atenção aos determinantes sociais de saúde: Incorporar a avaliação e manejo dos determinantes sociais de saúde, especialmente relevantes no contexto brasileiro 1
  • Evitar viés de especialidade: Garantir que o guia mantenha o foco na clínica médica geral, mesmo ao abordar tópicos de subespecialidades 1

Recursos Adicionais Recomendados

  • Plataformas de simulação clínica online para prática de casos complexos
  • Aplicativos móveis com algoritmos de decisão clínica baseados nas diretrizes mais recentes
  • Grupos de estudo com discussão de casos clínicos reais
  • Webinários com especialistas em áreas específicas de maior dificuldade

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