Should I change the regimen for an adult HIV‑positive patient on dolutegravir, tenofovir disoproxil fumarate, and lamivudine who now has a viral load of about 600 copies/mL after two months of undetectable results, and if so, what brief additional medications should be added?

Medical Advisory BoardAll articles are reviewed for accuracy by our Medical Advisory Board
Educational purpose only • Exercise caution as content is pending human review
Article Review Status
Submitted
Under Review
Approved

Last updated: February 22, 2026View editorial policy

Personalize

Help us tailor your experience

Which best describes you? Your choice helps us use language that's most understandable for you.

Não mude o esquema imediatamente – confirme a falha virológica primeiro

Neste momento, você não deve mudar o esquema nem adicionar medicações. Uma carga viral de 600 cópias/mL após 2 meses de indetectabilidade não constitui falha virológica confirmada e requer repetição do exame antes de qualquer intervenção. 1

Definição de Falha Virológica e Próximos Passos

  • Falha virológica é definida como HIV RNA >200 cópias/mL em duas medições consecutivas, não em uma única medição 1, 2
  • "Blips" transitórios de 20-200 cópias/mL não constituem falha e não devem levar a mudanças de esquema 2
  • Sua carga viral de 600 cópias/mL está acima de 200, mas precisa ser confirmada em 2-4 semanas antes de definir como falha verdadeira 1

Ação imediata recomendada:

  • Repita a carga viral em 2-4 semanas 1
  • Avalie rigorosamente a adesão ao tratamento (horários, esquecimentos, interações medicamentosas) 1
  • Solicite teste de resistência genotípica enquanto o paciente ainda está tomando o esquema atual 1

Se a Falha Virológica For Confirmada (Segunda CV >200 cópias/mL)

Teste de Resistência é Obrigatório

  • O teste de resistência deve ser realizado enquanto o paciente está tomando o esquema em falha ou até 4 semanas após a interrupção 1
  • Não adicione um único agente ativo a um esquema em falha – isso é contraindicado 1
  • Revise todos os testes de resistência prévios (histórico completo de mutações arquivadas) 3

Esquema de Resgate Após Falha com Dolutegravir

Se houver resistência confirmada ao dolutegravir (raro, mas possível):

  • Mude para um inibidor de protease potencializado (IP/r) + 2 NRTIs (com pelo menos 1 NRTI ativo baseado no teste genotípico) 1
  • Opções de IP/r incluem darunavir/ritonavir ou atazanavir/ritonavir 1
  • Se houver resistência cruzada a raltegravir ou elvitegravir, dolutegravir em dose dobrada (50 mg duas vezes ao dia) pode ser considerado com pelo menos um outro agente completamente ativo 1

Se NÃO houver resistência ao dolutegravir (cenário mais provável):

  • A falha virológica com dolutegravir sem mutações de resistência é extremamente rara e geralmente indica problema de adesão 1, 4
  • Neste caso, mantenha o dolutegravir e otimize a adesão com suporte intensivo 1
  • Considere trocar tenofovir/lamivudina por outros NRTIs ativos baseados no teste de resistência 1
  • Estudos mostram que mesmo com resistência a tenofovir e lamivudina, o esquema TLD pode manter supressão em 83-89% dos casos devido à alta barreira genética do dolutegravir 5, 4

Resistência a Múltiplas Classes (Cenário Complexo)

  • Se houver resistência a 3 classes (NRTI, NNRTI, INSTI), construa o próximo esquema usando drogas de novas classes 1
  • Opções incluem fostemsavir (inibidor de ligação) ou ibalizumab (inibidor pós-ligação) com pelo menos 1 droga adicional ativa em um esquema otimizado 1

Armadilhas Comuns a Evitar

  • Nunca mude o esquema baseado em uma única carga viral elevada – blips transitórios são comuns e não indicam falha 2
  • Nunca adicione apenas uma droga nova a um esquema em falha – isso promove resistência rápida 1
  • Não descontinue tenofovir se houver coinfecção com hepatite B sem terapia alternativa para HBV, pois isso pode causar reativação hepática grave 1, 3
  • Não solicite teste de resistência após >4 semanas de interrupção do ART – as mutações podem reverter para vírus selvagem e não serem detectadas 1

Monitoramento Durante Investigação

  • Mantenha o esquema atual (dolutegravir/tenofovir/lamivudina) até confirmar falha 1
  • Reforce orientações de adesão em cada consulta 6
  • Avalie interações medicamentosas, especialmente com antiácidos, suplementos de cálcio/ferro que podem reduzir absorção de dolutegravir 1

Em resumo: Não mude nada agora. Confirme primeiro se é falha real, investigue adesão, solicite genotipagem, e só então decida o próximo esquema baseado em resistência documentada.

Professional Medical Disclaimer

This information is intended for healthcare professionals. Any medical decision-making should rely on clinical judgment and independently verified information. The content provided herein does not replace professional discretion and should be considered supplementary to established clinical guidelines. Healthcare providers should verify all information against primary literature and current practice standards before application in patient care. Dr.Oracle assumes no liability for clinical decisions based on this content.

Have a follow-up question?

Our Medical A.I. is used by practicing medical doctors at top research institutions around the world. Ask any follow up question and get world-class guideline-backed answers instantly.