Is my esophagitis and gastritis condition lifelong and what are PPIs (Proton Pump Inhibitors)?

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Last updated: August 20, 2025View editorial policy

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Tratamento da Esofagite e Gastrite: Duração e Uso de Inibidores da Bomba de Prótons (IBPs)

A esofagite e gastrite geralmente requerem tratamento contínuo com inibidores da bomba de prótons (IBPs), especialmente em casos de esofagite erosiva, sendo frequentemente uma condição crônica que necessita manejo a longo prazo. 1, 2

O que são IBPs (Inibidores da Bomba de Prótons)?

Os IBPs são medicamentos que:

  • Reduzem significativamente a produção de ácido no estômago
  • São mais eficazes que outras opções para cicatrização e prevenção de danos gastroduodenais 2
  • Incluem medicamentos como pantoprazol, omeprazol, esomeprazol e dexlansoprazol
  • Atuam bloqueando a enzima responsável pela produção final de ácido nas células parietais do estômago

Duração do Tratamento

A duração do tratamento depende do tipo e gravidade da sua condição:

  • Esofagite erosiva:

    • Tratamento inicial: 4-8 semanas para cicatrização 2
    • Manutenção: Frequentemente requer tratamento contínuo a longo prazo, especialmente em casos graves (Los Angeles C/D) 1
    • Interrupção do tratamento pode levar à rápida recorrência dos sintomas e progressão da doença 2
  • Esofagite eosinofílica:

    • Os IBPs são frequentemente a primeira linha de tratamento 1, 3
    • A descontinuação em pacientes que responderam ao tratamento pode resultar em alta taxa de recorrência sintomática e histológica 1
    • Aproximadamente 60-87% dos pacientes respondem ao tratamento com IBPs 3

Riscos da Interrupção do Tratamento

A interrupção abrupta dos IBPs pode causar:

  • Hipersecreção ácida rebote
  • Piora dos sintomas
  • Recorrência rápida da esofagite 2
  • Possível progressão para complicações como estenose esofágica, sangramento ou esôfago de Barrett 2

Efeitos Colaterais do Uso Prolongado

O uso prolongado de IBPs pode estar associado a:

  • Infecção por Clostridium difficile 4
  • Fraturas osteoporóticas 4
  • Deficiência de vitamina B12 (especialmente após 3 anos de uso) 4
  • Hipomagnesemia (geralmente após 1 ano de terapia) 4
  • Nefrite tubulointersticial aguda (rara) 4
  • Pólipos de glândulas fúndicas (com uso prolongado, especialmente além de um ano) 4

Monitoramento Recomendado

Para pacientes em tratamento prolongado com IBPs:

  • Consultas regulares com gastroenterologista para avaliar resposta ao tratamento 2
  • Monitoramento dos níveis de vitamina B12 e magnésio 2, 4
  • Endoscopias periódicas para avaliar cicatrização da esofagite e monitorar possíveis complicações 2
  • Considerar monitoramento de pH esofágico para confirmar e caracterizar o refluxo 1, 2

Considerações Especiais

  • Esofagite erosiva grave: Pacientes com esofagite erosiva grave (Los Angeles C/D) geralmente não devem interromper o tratamento com IBPs 1
  • Esôfago de Barrett: Pacientes com esta condição devem manter o tratamento contínuo com IBPs 1
  • Esofagite eosinofílica: Os IBPs são eficazes em 60-87% dos casos e podem ser necessários a longo prazo 3, 5

Conclusão

A esofagite e gastrite, especialmente quando erosivas ou associadas a complicações, frequentemente requerem tratamento prolongado ou contínuo com IBPs. A decisão sobre a duração do tratamento deve considerar a gravidade da doença, resposta ao tratamento e risco de complicações, sempre sob orientação médica.

É fundamental não interromper o tratamento sem supervisão médica, pois a descontinuação pode levar à recorrência rápida dos sintomas e possível progressão da doença.

References

Guideline

Guideline Directed Topic Overview

Dr.Oracle Medical Advisory Board & Editors, 2025

Guideline

Gastroesophageal Reflux Disease Management

Praxis Medical Insights: Practical Summaries of Clinical Guidelines, 2025

Research

Pharmacologic Management of Eosinophilic Esophagitis.

Immunology and allergy clinics of North America, 2024

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