What is the treatment for lesions that persist after chemotherapy?

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Tratamento para Lesões Persistentes Após Quimioterapia

O tratamento para lesões persistentes após quimioterapia deve ser baseado no tipo histológico do tumor, localização das lesões, marcadores tumorais e resposta prévia ao tratamento, com ressecção cirúrgica sendo a abordagem preferencial para massas residuais em tumores de células germinativas não-seminomatosos.

Abordagem para Tumores de Células Germinativas

Seminoma

  • Para lesões residuais após quimioterapia em pacientes com seminoma:
    • Observação com acompanhamento rigoroso é recomendada independentemente do tamanho da lesão residual 1
    • Exames de imagem e determinações de marcadores tumorais devem ser realizados regularmente 1
    • PET scan é fortemente recomendado para lesões residuais >3 cm, quando realizado mais de 4 semanas após o término da quimioterapia 1, 2
    • Ressecção cirúrgica NÃO é necessária rotineiramente para massas residuais 1
    • Em caso de progressão da doença na massa residual após quimioterapia de primeira linha, deve-se realizar avaliação histológica completa e quimioterapia de resgate após confirmação de seminoma 1

Não-Seminoma

  • Para lesões residuais após quimioterapia em pacientes com não-seminoma:
    • Se remissão completa (marcadores negativos e lesões residuais ≤1 cm), nenhuma cirurgia adicional é necessária 1, 2
    • Para massas residuais >1 cm com normalização dos marcadores tumorais, a ressecção cirúrgica é obrigatória 1
    • Achados histológicos após ressecção de massas residuais geralmente revelam: necrose (50%), teratoma maduro (35%) e câncer viável (15%) 1
    • Se tecnicamente viável, todas as massas residuais devem ser ressecadas 1
    • Em pacientes com massas residuais em múltiplos locais, decisão individualizada deve ser tomada quanto ao número e extensão das ressecções 1

Situações Específicas

Marcadores Tumorais Persistentes

  • Ressecção de massas residuais deve ser realizada em pacientes com marcadores tumorais persistentes em níveis baixos após conclusão do tratamento de primeira linha 1
  • Quimioterapia de resgate é necessária para qualquer aumento documentado nos marcadores tumorais após tratamento de primeira linha 1

Síndrome do Teratoma Crescente

  • Se ocorrer progressão com metástases crescentes, apesar do declínio dos marcadores tumorais, a presença de "síndrome do teratoma crescente" é altamente provável 1
  • Neste caso, ressecção completa de todas as manifestações tumorais é necessária após o término da quimioterapia de primeira linha 1
  • Apenas em caso de progressão radiológica tumoral rápida, a cirurgia imediata deve ser realizada antes da conclusão da quimioterapia 1

Após Ressecção Secundária

  • Após ressecção de necrose ou teratoma maduro, nenhum tratamento adicional é necessário 1
  • Em casos de carcinoma viável ou teratoma imaturo, o papel da quimioterapia de consolidação é incerto 1
  • Pacientes com <10% de células tumorais viáveis no espécime ressecado têm prognóstico favorável mesmo sem quimioterapia adjuvante 1
  • Se o tumor ressecado completamente apresentar >10% de câncer viável, ou se a completude da ressecção for duvidosa, quimioterapia de consolidação pode ser justificada 1

Tratamento de Resgate para Doença Recidivada ou Refratária

  • Para pacientes que recidivam ou progridem após tratamento de primeira linha, opções de resgate incluem:
    • Quimioterapia convencional com cisplatina (TIP, VeIP ou VIP/PEI) 1
    • Quimioterapia de alta dose com suporte de células-tronco autólogas 1, 2
    • A escolha do tratamento deve considerar fatores prognósticos como localização e histologia do tumor primário, resposta ao tratamento de primeira linha, duração das remissões anteriores e níveis dos marcadores tumorais 1

Pontos Importantes

  • O monitoramento dos marcadores tumorais antes de cada ciclo de tratamento é obrigatório 1, 2
  • Reestadimento radiológico deve ser realizado após conclusão da quimioterapia de primeira linha 1
  • Devido à alta morbidade relacionada ao tratamento, a cirurgia de massas residuais deve ser realizada apenas em centros especializados 1
  • A RPLND (linfadenectomia retroperitoneal) laparoscópica pós-quimioterapia permanece experimental e não deve ser usada fora de ensaios clínicos 1

Esta abordagem estruturada para o tratamento de lesões persistentes após quimioterapia visa maximizar as chances de cura enquanto minimiza a morbidade relacionada ao tratamento, priorizando a sobrevida global e qualidade de vida do paciente.

References

Guideline

Guideline Directed Topic Overview

Dr.Oracle Medical Advisory Board & Editors, 2025

Guideline

Treatment of Metastatic Germ Cell Tumors

Praxis Medical Insights: Practical Summaries of Clinical Guidelines, 2025

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