What is the initial management for a convulsive crisis in pediatric ambulatory care?

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Manejo de Crise Convulsiva em Pediatria Ambulatorial

O manejo inicial de uma crise convulsiva em ambiente ambulatorial pediátrico deve seguir um protocolo estruturado, começando com a verificação da segurança da cena, avaliação da responsividade e ativação do sistema de emergência, seguido pela administração rápida de benzodiazepínicos como primeira linha de tratamento. 1

Avaliação Inicial

  • Verificar a segurança do ambiente 1
  • Avaliar responsividade do paciente 1
  • Solicitar ajuda próxima 1
  • Ativar o sistema de resposta de emergência 1
  • Verificar respiração e pulso simultaneamente (sentir pulso por até 10 segundos) 1

Protocolo de Atendimento Baseado na Avaliação

Se o paciente estiver respirando normalmente e com pulso:

  • Monitorar até a chegada da equipe de emergência 1

Se não houver respiração normal, mas houver pulso:

  • Fornecer respiração de resgate: 1 respiração a cada 2-3 segundos (aproximadamente 20-30 respirações por minuto) 1
  • Avaliar frequência cardíaca por no máximo 10 segundos 1
  • Se a frequência cardíaca for menor que 60 batimentos por minuto com sinais de má perfusão, iniciar RCP 1
  • Se a frequência cardíaca for adequada, continuar respiração de resgate e verificar pulso a cada 2 minutos 1

Se não houver respiração ou apenas gasping e sem pulso:

  • Iniciar RCP imediatamente 1
  • Se o colapso foi testemunhado, ativar sistema de emergência e buscar DEA 1
  • Se estiver sozinho: realizar ciclos de 30 compressões e 2 respirações 1
  • Se houver segundo socorrista: realizar ciclos de 15 compressões e 2 respirações 1
  • Utilizar o DEA assim que disponível 1

Tratamento Farmacológico da Crise Convulsiva

Primeira linha:

  • Midazolam: pode ser administrado por via intramuscular (evidência mais forte), bucal ou nasal 2, 3
    • Via intramuscular: método mais eficaz em ambiente pré-hospitalar 2
    • Via bucal/nasal: possivelmente mais rápido que IM, mas com menor nível de evidência 2

Segunda linha (se a crise persistir):

  • Diazepam: útil para alívio sintomático de agitação aguda e convulsões 4
  • Valproato intravenoso: alternativa eficaz e segura, com amplo espectro de eficácia e menos efeitos colaterais agudos que a fenitoína 2, 3
  • Levetiracetam: bem tolerado, com menos interações e contraindicações 2

Crise refratária:

  • Midazolam em infusão contínua: eficaz em 95% dos episódios de status epilepticus 5
  • Considerar cetamina em casos refratários 2, 3

Pontos Importantes e Armadilhas a Evitar

  • A rapidez no tratamento é mais importante que a escolha específica do anticonvulsivante 2, 3
  • O status epilepticus é definido como uma crise convulsiva que dura mais de 5 minutos ou crises consecutivas sem recuperação da consciência 2, 3
  • Evitar atrasos na administração de medicamentos anticonvulsivantes, pois o sucesso do tratamento depende da administração rápida de doses adequadas 2
  • Considerar etiologias reversíveis precocemente 2
  • Monitorar continuamente as funções respiratória e cardíaca (por exemplo, oximetria de pulso) 6
  • Em pacientes pediátricos profundamente sedados, uma pessoa dedicada, além do profissional que realiza o procedimento, deve monitorar o paciente durante todo o procedimento 6

Classificação do Status Epilepticus e Abordagem

  • Status epilepticus inicial (20-30 minutos): tentar controlar com benzodiazepínicos 5
  • Status epilepticus estabelecido (30-60 minutos): considerar anticonvulsivantes de segunda linha 5
  • Status epilepticus refratário (>60 minutos): considerar infusão contínua de midazolam ou outros anestésicos 5

O uso combinado de benzodiazepínicos (diazepam + midazolam) mostrou-se seguro e eficaz no tratamento do status epilepticus convulsivo em crianças 5, sendo o midazolam em bolus e infusão (até 1,2 μg/kg/min) eficaz em 95% dos episódios 5.

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